28.11.06

UM DISCO DE DYLAN

criado por telescopionegro    13:59 — Arquivado em: Sem categoria

 

THE TIMES THEY ARE A-CHANGIN’ Columbia Cs 8905 1964

45:35 ****
The Times They Are A-Changin’ – Ballad Of Hollis Brown – With God On Our Side – One Too Many Mornings – North Country Blues – Only A Pawn In Their Game – Boots Of Spanish Leather – When The Ship Comes In – The Lonesome Death Of Hattie Carroll – Restless Farewell.

 

27.11.06

PLATO DIVORAK & OS ANALÓGICOS

criado por telescopionegro    21:19 — Arquivado em: Sem categoria

 

Release/Histórico
Bem, para aqueles que não sabem a banda acabou.
Ocorre que Plato Divorak decidiu rumar à sua carreira de singer/songwriter solo. Todos entenderam. Ok. Mas para aqueles que gostavam de Plato & Os Analógicos tenho uma grande novidade. É um DVD, a gravação do último show. Quem quiser esse material (ou qualquer outro) que entre em contato comigo por e-mail (graxa1982@terra.com.br).
Gracias.
acesse www.platodivorak.com.br

ESPAÇO CULTURAL JUCA CHAVES

criado por telescopionegro    21:12 — Arquivado em: Sem categoria

 

PROGRAMAÇÃO - ESPAÇO CULTURAL JUCA CHAVES
“TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR”
Radamés Bruno Produção Cultural, Mkt e Eventos (www.trairecocaresocomecar.com)
Gênero: Comédia / Sábados às 20h00 – Até 16 de dezembro
Duração do espetáculo: 110 minutos / Recomendado a partir de 10 anos
Ingresso: 40,00 (20,00 p/ aposentados, maiores de 60 anos, professores, estudantes)
RELEASE
“TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR” é uma comédia inspirada no gênero Vaudeville. A peça gira em torno de meras hipóteses de adultérios, geradas por equívocos e confusões provocadas por uma empregada que aproveita da desconfiança geral entre os casais de amigos, um vendedor de jóias e um padre, em situações hilariantes. É uma comédia de costumes com todas as confusões do gênero. Tem como fio condutor a empregada Olímpia, que complica e descomplica a ação, e uma série de personagens à beira de um ataque de nervos.

maiores informes:www.soniakessar.com.br

POESIA VADIA EM PORTUGAL

criado por telescopionegro    20:53 — Arquivado em: Sem categoria

 

Sábado 25 de Novembro de 2006. A casa está cheia. As conversas são animadas. Nota-se a alegria por, após um interregno de vários meses (na sequência do encerramento do «Café com Letras»), as sessões de «Poesia Vadia» estarem de volta ao espaço onde começaram em Março de 2003, embora o café agora se chame «Sabor & Art».Por cima de quase todas as mesas estão livros de poesia. Cumprimentam-se amigos, põe-se a conversa em dia, bebe-se um café ou uma outra bebida qualquer para aclarar a voz. Fuma-se um cigarro para acalmar os nervos. Escolhem-se os poemas que se pretende dizer.Espera-se, com impaciência, que alguém dê o pontapé de saída. Nestas tardes de poesia não existe programação prévia, por isso se lhes chamam vadias…Vadias porque todos são as estrelas e o principal papel é de quem, em cada momento, diz poesia. Sem tema escolhido antecipadamente, ao sabor da escolha pessoal de cada um, nestas sessões podemos ouvir desde grandes nomes da nossa literatura a autores completamente desconhecidos… todos estão ali em pé de igualdade. E a magia é essa mesmo.Não se emitem juízos de valor sobre o conteúdo literário dos poemas, nem tão pouco se aprecia a forma como são declamados.Convive-se e partilha-se emoções.
fonte:poetas almadenses/PORTUGAL

VERSOS PARA EVERI CARRARA

criado por telescopionegro    20:31 — Arquivado em: Sem categoria

 

Versos para Everi Carrara
Clevane pessoa lopes

Portrait

Meu amigo é jóia rara,
ave simples e árvore singela.
Veios do mármore de Carrara,
num pequeno trocadilho.
É amigo fiel dos amigos leais,
cuida bem de Gabriel, seu filho,
para quem abre inteira a janela
do infinito e dos mistérios.
Recebe inspirações viscerais,
e escreve seus dizeres.
Dessa amiga bem sincera,
que te deseja de fato
todos os melhores prazeres,
um espelho,esse retrato…

Belo Horizonte, 23/11/2006
na foto: CLEVANE PESSOA ARAÚJO

26.11.06

TERÇA POÉTICA

criado por telescopionegro    20:42 — Arquivado em: Sem categoria

 

Terça Poética
Artur Gomes – SagaraNAgens Fulinaímicas
Dia 28/11 – 20h – Palácio das Artes
Belo Horizonte – MG
Coordenação: Wilmar Silva
GRANDE SHOW DE LANÇAMENTO
DO SEGUNDO (FACES DA GAITA)
DO GAITISTA ENGELS ESPÍRITOS
ENGELS ESPÍRITOS & BANDA
DIA 02 DE DEZEMBRO DE 2006, SÁBADO!
EXATAMENTE ÀS 19:00 HORAS.
NA LATERAL COBERTA DO PÁTIO BRASIL SHOPPING.
701 SUL BRASÍLIA-DF
UMA SUPER ESTRUTURA DE
SOM E ILUMINAÇÃO.
COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DA LENDA VIVA DO BLUES/ROCK DOS EUA
(EX-PARCEIRO DE JIMI HENDRIX):
J.J.JACKSON
E DE ARTUR GOMES COM SUA POESIA VIVA E INSTIGANTE.
ENTRADA FRANCA!!!!
VAMOS REPETIR A DOSE!
ENTREM E VEJAM AS FOTOS DA NOITE DE LANÇAMENTO
DO PRIMEIRO CD, EM 2003:
http://br.pg.photos.yahoo.com/ph/engelsespiritosphotoshow/slideshow?.dir=/cbe3scd&.src=ph Concurso Nacional de Poesia
tema: o vinho na cultura das civilizações
e Festival de Poesia Falada de Varginha
regulamentos aqui: http://almadepoeta.com/fulinaima.htm

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

criado por telescopionegro    20:34 — Arquivado em: Sem categoria

 

Rogério repete cena da Recopa e joga medalha para torcedor
Depois de fazer um gol de falta durante o jogo, e levantar a taça oficial do Campeonato Brasileiro, Rogério Ceni repetiu uma cena que gerou muita polêmica após a perda da Recopa sul-americana para o Boca Juniors. O capitão do São Paulo arremessou sua medalha em direção às cadeiras do estádio do Morumbi.
"Foi um gesto para agradecer o torcedor pela presença. Todo mundo sabe da participação do são-paulino na Libertadores, mas no Brasileiro não é bem assim. Foi só um gesto de carinho com o torcedor que compareceu", afirmou o goleiro-artilheiro.
Depois de ser batido pelo Boca Juniors na decisão da Recopa, o São Paulo atingia seu terceiro vice-campeonato na temporada (Paulista e Libertadores completam a lista). Com um momento turbulento no clube, muito se falou que Rogério teria jogado a medalha com o intuito de agredir torcedores que o xingavam. Fato negado pelo atleta.
Com o episódio esquecido, Rogério exaltou a presença da torcida são-paulina na reta final do Campeonato Brasileiro. Segundo ele, o apoio maciço dos torcedores, mesmo depois da perda da Libertadores para o Internacional, foi essencial para a conquista do título.
"Espero que pelo menos um desses torcedores que compareceu aqui hoje fique feliz e guarde essa medalha para sempre", disse Rogério, que entra de férias e não enfrenta o Paraná Clube, no último jogo do São Paulo na temporada.
Além de Rogério, o São Paulo não terá vários jogadores no próximo domingo. Além do goleiro, Leandro, Mineiro, Danilo, Fabão e Ilsinho não jogam. A partida acontece no próximo domingo, na Vila Capanema, em Curitiba.
UOL Busca

23.11.06

FILME MUSICAL

criado por telescopionegro    14:12 — Arquivado em: Sem categoria

 

LANÇADO O LIVRO O FILME MUSICAL
O FILME MUSICAL
O Instituto Triangulino de Cultura, sediado em Uberaba, acaba de lançar o livro O Filme Musical, de Guido Bilharinho, oitavo título da coleção “Ensaios de Crítica Cinematográfica” que publica desde 1999, num dos maiores empreendimentos editoriais do gênero no país. Composto de 50 (cinqüenta) artigos críticos distribuídos cronologicamente de acordo com o ano de lançamento dos filmes comentados, a obra focaliza desde a primeira película falada, O Cantor de Jazz, de 1927, até o mais recente Dançando no Escuro, de 2000, abarcando nesse itinerário alguns dos principais filmes musicais realizados no período, notadamente oriundos dos Estados Unidos, onde esse gênero cinematográfico mais floresceu.
Procura-se exprimir nesses ensaios os parâmetros e diretrizes emanados dos filmes comentados, destacando entre eles os que se projetam para além das limitações e condicionantes da indiferença contemporânea para inserir-se num fluxo contínuo e permanente, apanágio da arte e de sua fruição. Complementam a obra, à semelhança dos demais títulos da coleção, duas dezenas de ilustrações em papel couchê (diversas em cores), fichas técnicas dos filmes comentados, índices onomásticos e índices dos filmes conforme direção, títulos originais e relação dos considerados mais significativos. Seguem-se, na íntegra, a nota preliminar do livro e o sumário da matéria publicada.
O FILME MUSICAL - NOTA PRELIMINAR
Ao contrário do que se julga e se propala, o filme musical estadunidense não acabou. Transformou-se e aprofundou-se tematicamente ao influxo dos novos tempos. O que se encerrou foi sua fase romântica e alegre, na qual a ênfase, o meio e o modo concentravam-se e destinavam-se ao descontraído desfrute do prazer musical e coreográfico, constituindo a trama apenas veículo e suporte da finalidade proposta. Além disso, nos anos de 1930 refletiu o entusiasmo pela conquista do som, caracterizando-se pelo feerismo, euforia e descontração. A conotação romântica, contudo, não foi apanágio apenas do musical, mas, nele, mais que em outros gêneros, percorreu incólume duas épocas díspares da história dos Estados Unidos, exercendo (e exercitando), no entanto, contraditoriamente, idêntica função. Se a década de 30 no país foi inicialmente marcada pelas conseqüências econômicas e financeiras da dramática queda da bolsa de valores em 1929, os anos 40, não obstante a guerra (e até por isso, pelo que representou de galvanização da energia do país), singularizaram-se pelo otimismo advindo dos êxitos da política econômica implementada pelo governo Roosevelt (New-Deal), pelo desenvolvimento industrial, a vitória na guerra e a ascensão do país ao primeiro plano da economia e da política mundial. O romantismo e a idealização fílmica desse período que impregnaram o gênero musical estenderam-se até fins da década de 1950. Nos anos 30 funcionaram como escapismo à deprimente situação econômica, valendo de contraponto e derivativo ao que continha de momentaneamente amargo. Nos anos seguintes, em situação oposta, serviram-lhe de reflexo e direta representação na tela.
Todavia, a dinâmica histórica (econômica, social, financeira e política) produziu alterações que conduziram o país aos impasses da Guerra do Vietnã, ao assassínio de Kennedy, ao desgaste do governo Nixon culminado com sua renúncia e, finalmente, à inicialmente inimaginável e humilhante derrota no Vietnã, levando à decepção e ao desencanto, mas, despertando a sociedade da anestesia e paralisação em que se comprazia e insuflando consciência crítica em alguns de seus setores.
O filme musical dessa época repercutiu o ambiente adverso e angustiante, assumindo, daí em diante, seu conteúdo social e intelectual, espelhando-o na desilusão e frustração que o caracterizaram, propiciadoras no entanto, da descoberta dos limites que a realidade impôs ao país, como, aliás, sempre impõe, como a invasão e ocupação do Iraque estão a demonstrar.
O fim das ilusões da crença na onipotência e no progresso ininterrupto e ilimitado refletiu-se no musical de maneira positiva, injetando-lhe responsabilidade e seriedade na concepção temática, não mais agasalhando e viabilizando roteiros ridículos e artificiosos.
Conquanto alguns bons filmes musicais desse período não puderam ser revistos para a confecção desta obra, nota-se, no índice classificatório dos melhores filmes que a acompanha, que a década de 1980, quando muitos consideravam o gênero acabado ou pelo menos decadente, detém o maior número deles.
À evidência que, quantitativamente, após 1960, tanto o musical quanto o western tiveram considerável decréscimo de produção, sem prejuízo, no entanto, no caso do primeiro, de persistência, depuração e qualificação.
Por sua vez, o presente livro procura exprimir os parâmetros e diretrizes emanados dos filmes comentados - a maioria absoluta realizada nos Estados Unidos - destacando, entre eles, os que se projetam para além das limitações e condicionantes da indiferença contemporânea para inserir-se num fluxo cultural contínuo e permanente, apanágio da arte e de sua fruição.
O FILME MUSICAL - SUMÁRIO DO LIVRO

PLATO DIVORAK

criado por telescopionegro    13:06 — Arquivado em: Sem categoria

 

PLATO DIVORAK - CALENDÁRIO DA IMAGINAÇÃO
personagem do underground gaúcho, o cantor e multinstrumentista Plato Divorak trilha singular trajetória desde 1988. Caracterizadas por inusitados experimentos sonoros e roteiros surrealistas, suas aventuras musicais abrangem projetos com Edu K (De Falla), Frank Jorge e Júpiter Maçã, além de empreitadas com os grupos Pere Lachaise e Lovecraft.
Agora, por meio do tradicional selo independente Baratos Afins, Plato ganha a segunda compilação de sua carreira, Calendário da Imaginação. Um compêndio de sua produção solo nos últimos dez anos, o CD traz, em 19 faixas, um conciso apanhado do universo "divorakiano". "É como se fosse meu ‘White Album’", descreve Plato, se referindo ao diversificado álbum dos Beatles. Assim, há desde a psicodelia crua de "Movimento Abracadabra" (de 1995) e "Freak Out Smile" (1996), até as sonoridades mais pop e elétricas dos últimos trabalhos, como "Antiglitter" e "Siga (Meu Brother Diamond)", passando por alucinados improvisos em "Uá, Uá (O Sucesso Imediato)". Mas é a atmosfera folky e semi-acústica, de produção quase caseira e forte teor lisérgico, que predomina no álbum. Alguém pensou em Syd Barret? O clima despojado se reflete nos arranjos simples e na instrumentação básica - a cargo sobretudo de Plato e do percussionista Gésner Mess ("tal qual Steve Peregrine Took acompanhando Marc Bolan", ele diz). Divorak, além dos vocais, se encarrega do baixo, chitare e bassi-viola, teclados, e dos inventivos efeitos, feito colagens, elevador (?) e até sonorização de "cebion no copo d’água" (na surreal "O Charme de Fumar no Escurinho"), Já as parcerias, sempre presentes em sua carreira, ganham destaque em "Telling Everybody" (com o antigo partner Edú K na guitarra wah wah, baixo, bateria e backing vocal) e na melodiosa "Scratching Strings" (com Júpiter Maçã). Uma Breve Passagem do Tempo Plato Divorak iniciou seu percurso artístico em 1988, criando as bandas Os Jaquetas, O.F.F. (ao lado de Edu K) e Juveniles Delinquentes. De 1989 a 93, ele atuou à frente da Pere Lachaise, obtendo considerável reconhecimento local. No decorrer da década de 90, tendo os anos 60 como diretriz estética, criou o grupo Lovecraft e o duo semi-acústico Plato e Frank (Jorge, do Graforréia Xilarmônica), além do Momento 68 - ao lado do paulistano Sandro Garcia. Atualmente, atua com o grupo Os Analógicos. Em 2001, ganhou sua primeira coletânea, Platosaurus Erectus, reunindo parte de sua vasta produção musical.
A sua nova coleção de sons, Calendário da Imaginação, funciona como trilha ideal a seu lisérgico mundo musical - agora ou a qualquer tempo.
Texto: Sérgio Barbo

21.11.06

NOVO CD DE FRANCIS HIME

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2006
Arquitetura da Flor
01 A Invenção da Rosa
Francis Hime / Geraldo Carneiro
02 Gozos da Alma
Francis Hime / Geraldo Carneiro
03 Sem Saudades
Francis Hime / Cartola
04 Palavras Cruzadas
Francis Hime / Toquinho
05 A Musa da TV
Francis Hime / Geraldo Carneiro
06 Desacalanto
Francis Hime / Olivia Hime
07 Do Amor Alheio
Francis Hime / Abel Silva
08 A Dor a Mais
Francis Hime e Vinicius de Moraes
09 Mais-Que-Imperfeito
Francis Hime / Geraldo Carneiro
10 Cadê
Francis Hime / Simone Guimarães
11 História de Amor
Francis Hime / Geraldo Carneiro
12 O Mar do Amor Total
Francis Hime / Geraldo Carneiro

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