7.12.07
POESIA DE CLÓVIS CAMPÊLO

ENGENHO E ARTE
Quero morrer no fim da vida
qual chama suave que se apaga
ao sopro de uma brisa vaga,
final transmutação contida.
Qual brasa que afinal esfria,
viga que cede sem açoite,
naturalmente como a noite
substitui a luz do dia.
Naturalmente como a água,
que sempre nos mares deságua,
em vapor para o alto parte.
Quero morrer no fim da vida
e pra ser breve a despedida
me dê a vida engenho e arte.
Clóvis Campêlo
http://cloviscampelo.blogspot.com /TELA bosh
criado por telescopionegro
9:13 — Arquivado em: 

Gostei do blog.É muito bom essa diversidade de cultura,isso nos envolve e nos faz crescer como seres humanos.
A poesia ‘Engenho e arte’ está uma obra prima!
Também escrevo poesias e tenho algumas no
elianefontoura.blog.terra.com.br
“A arte é o mais eficaz refúgio do ser humano’
Comentário por Eliane fontoura — 7.12.07 @ 12:15
Cara Eliane, agradeço a gentileza do seu elogio sobre o meu poema.
Logo, logo, estarei visitando o seu blog.
Comentário por Clóvis Campêlo — 7.12.07 @ 14:18